Com meu caso, caso;
E minha vida, vejo;
Por meu amor, peco;
Um gole, peço;
Em pecado desatino,
Destino.
Santíssima força;
Forca.
Que me sufoca,
Lota.
E que me enche, treme;
Uma vida, beijo.
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Importância / "Desimportância"
Irônicas, enojáveis pessoas,
Ridículas, desprezíveis, ‘superiores’
Não passam de ladrões.
De fora se ouve o grito que ecoa,
Malucas escondidas pelo fosco de serem pessoas,
Mas não importa o que penso,
O que sinto pesa mais que tudo isso.
Não importa o que pensem desde que sintam com sinceridade.
Ridículas, desprezíveis, ‘superiores’
Não passam de ladrões.
De fora se ouve o grito que ecoa,
Malucas escondidas pelo fosco de serem pessoas,
Mas não importa o que penso,
O que sinto pesa mais que tudo isso.
Não importa o que pensem desde que sintam com sinceridade.
O Passo Vazio
Sozinhos são passos vazios,
Distantes, distintos,
Aqueles que procuram por seus instintos,
Mas não... Não passam de passos vazios.
Solitários, é a solução,
A busca em mim, que insiste em governar,
É a situação.
Acaba contigo,
Comigo...
É um passo desprovido...
Inexistente e sem razão.
Distantes, distintos,
Aqueles que procuram por seus instintos,
Mas não... Não passam de passos vazios.
Solitários, é a solução,
A busca em mim, que insiste em governar,
É a situação.
Acaba contigo,
Comigo...
É um passo desprovido...
Inexistente e sem razão.
Um Lugar Que Não Existe
Aqui é um lugar que não existe
E que se existisse, ninguém deveria vir.
É um lugar tão pacato e perturbado,
Onde o maior contato é o silêncio
Que me escuta não se de onde,
E os pássaros que refazem seu canto,
Desaprenderam a voar.
E quando eu quis navegar,
Já não sabia o que falar,
Calei,
De súbito susto do nada,
Morri.
E que se existisse, ninguém deveria vir.
É um lugar tão pacato e perturbado,
Onde o maior contato é o silêncio
Que me escuta não se de onde,
E os pássaros que refazem seu canto,
Desaprenderam a voar.
E quando eu quis navegar,
Já não sabia o que falar,
Calei,
De súbito susto do nada,
Morri.
A Procura Clandestina
Enxergo lentamente o coração
No fundo dos teus olhos que imploram perdão,
Ressalto minha embriaguez,
E caio novamente em tentação.
Desço minha mão que acaricia,
Impede-me de dormir por vários dias.
O barco afundou, com ele fui
Arrastado pela fúria da não sensação
Minha alma se alardeou em pensamentos,
A procura clandestina se perdeu.
Nada há em mim
Somos apenas uma declaração acabada,
Levada pelo vento,
Somos a incerteza de um momento futurista,
O trago profundo do agora insensato,
Talvez seja mesmo nosso último ato:
- O desejo profundo de enterrar a razão.
Ou não.
No fundo dos teus olhos que imploram perdão,
Ressalto minha embriaguez,
E caio novamente em tentação.
Desço minha mão que acaricia,
Impede-me de dormir por vários dias.
O barco afundou, com ele fui
Arrastado pela fúria da não sensação
Minha alma se alardeou em pensamentos,
A procura clandestina se perdeu.
Nada há em mim
Somos apenas uma declaração acabada,
Levada pelo vento,
Somos a incerteza de um momento futurista,
O trago profundo do agora insensato,
Talvez seja mesmo nosso último ato:
- O desejo profundo de enterrar a razão.
Ou não.
Entendimento
Minhas mãos foram jogadas ao alto
Não percebi minha angústia até você chegar.
Meu caminho cambaleante não pára de soluçar
E de meus olhos caem lágrimas acostumadas a por ti chorar.
E elas caem atrasadas, pois por pouco tempo,
Pensaram em descansar.
Entendo não ter mais solução,
Até que um súbito de esperança me ocorre,
As coisas acontecem e para ti me guardo,
Por ti confesso meus pecados, perdão.
E quanto mais respiro, mais choro.
E quando não tenho nada para fazer,
Eu percebo que já estou pensando em você.
E de nada mais sei.
Saiba que eu sempre te amarei.
Não percebi minha angústia até você chegar.
Meu caminho cambaleante não pára de soluçar
E de meus olhos caem lágrimas acostumadas a por ti chorar.
E elas caem atrasadas, pois por pouco tempo,
Pensaram em descansar.
Entendo não ter mais solução,
Até que um súbito de esperança me ocorre,
As coisas acontecem e para ti me guardo,
Por ti confesso meus pecados, perdão.
E quanto mais respiro, mais choro.
E quando não tenho nada para fazer,
Eu percebo que já estou pensando em você.
E de nada mais sei.
Saiba que eu sempre te amarei.
Ao Amor da minha Vida (2° parte)
Não dá pra ser feliz, longe do meu grande amor...
Eu, nesse mundinho de Deus
Sempre às voltas pensando em você
Pra lhe fazer uma serenata só _Rita Lee
Eu não queria correr o risco de te perder, mas é preciso,
Não imagino outro futuro para mim que não seja com você (é meu instinto)
É porque simplesmente, não consigo imaginar,
E essa certeza me fez parar de tentar.
Como eu queria te olhar e ser olhada de forma diferente,
Como eu queria escutar suave,
Tudo o que já planejo gritar,
Eu não vou cansar de te esperar.
E seja como for, eu não sei o que é isso,
Mas eu sei, tenho certeza que é eterno,
Porque quando eu digo ‘eu te amo’,
É porque eu sinto que te amo.
E não há nada mais forte que o sentir,
E, não importa quantos beijos irei provar,
Sei que nenhum deles será,
Melhor que o teu, maior que o teu...
Será mais forte que eu.
Eu, nesse mundinho de Deus
Sempre às voltas pensando em você
Pra lhe fazer uma serenata só _Rita Lee
Eu não queria correr o risco de te perder, mas é preciso,
Não imagino outro futuro para mim que não seja com você (é meu instinto)
É porque simplesmente, não consigo imaginar,
E essa certeza me fez parar de tentar.
Como eu queria te olhar e ser olhada de forma diferente,
Como eu queria escutar suave,
Tudo o que já planejo gritar,
Eu não vou cansar de te esperar.
E seja como for, eu não sei o que é isso,
Mas eu sei, tenho certeza que é eterno,
Porque quando eu digo ‘eu te amo’,
É porque eu sinto que te amo.
E não há nada mais forte que o sentir,
E, não importa quantos beijos irei provar,
Sei que nenhum deles será,
Melhor que o teu, maior que o teu...
Será mais forte que eu.
Lado a Lado
Para que chamar minha atenção?
Hoje é reconhecido mundialmente
O dia em que meus traços apagaram minha mente.
E eu não vi graça em tal desorientação.
Hoje cachorros de raça invadiram minha casa,
Latiram tanto, até que as pessoas escutassem,
E na hora da chamada tudo havia se passado.
Eu e a tristeza, caminhávamos lado a lado.
Hoje é reconhecido mundialmente
O dia em que meus traços apagaram minha mente.
E eu não vi graça em tal desorientação.
Hoje cachorros de raça invadiram minha casa,
Latiram tanto, até que as pessoas escutassem,
E na hora da chamada tudo havia se passado.
Eu e a tristeza, caminhávamos lado a lado.
Palidez Repentina
Foi hoje com sua visita
Que meu coração se partiu ainda mais.
Envelheci a força,
Acordei aos gritos,
Sonhei com dias que nunca existiram.
A sua palidez me lavou a alma,
De longe, porém de perto,
Aos gritos meu corpo observava,
Seu repertório,
Enxugou de uma só vez minhas lágrimas.
Não foi vingança,
Mas é bom saber que o meu envelhecimento repentino
Ensinou-me muitas coisas:
Eu sempre soube que você voltaria
E que eu, te rejeitaria.
Escrito em: 15/04/08
Que meu coração se partiu ainda mais.
Envelheci a força,
Acordei aos gritos,
Sonhei com dias que nunca existiram.
A sua palidez me lavou a alma,
De longe, porém de perto,
Aos gritos meu corpo observava,
Seu repertório,
Enxugou de uma só vez minhas lágrimas.
Não foi vingança,
Mas é bom saber que o meu envelhecimento repentino
Ensinou-me muitas coisas:
Eu sempre soube que você voltaria
E que eu, te rejeitaria.
Escrito em: 15/04/08
Dá-me Tuas Flores
Dá-me tuas flores, libertas as sensações,
Afoga os amores, a multidão faz alusão.
Escreve tua sina, mata todos os dragões,
Dá-me tuas flores, libertas o coração.
Dá-me tuas flores, escreve o que pensas
Poesia nossa expressa recitada na festa
Dos poetas que soltam a imaginação
Dá-me tuas flores, libertas o coração.
Dá-me tuas flores, comemora seu dia
Escrevendo poesia, a registrar tua ira,
Seu amor, ódio e razão.
Dá-me tuas flores, libertas o coração.
Afoga os amores, a multidão faz alusão.
Escreve tua sina, mata todos os dragões,
Dá-me tuas flores, libertas o coração.
Dá-me tuas flores, escreve o que pensas
Poesia nossa expressa recitada na festa
Dos poetas que soltam a imaginação
Dá-me tuas flores, libertas o coração.
Dá-me tuas flores, comemora seu dia
Escrevendo poesia, a registrar tua ira,
Seu amor, ódio e razão.
Dá-me tuas flores, libertas o coração.
Poesia Lunar
São apenas anotações proibidas,
Relatos que constatam meu sopro de vida,
É como se não bastasse agir bem ou mal,
E desprezar a ânsia que me trás um sujeito normal.
Foi esquecida a forma de amar,
E relevado os fatos a se constatar.
Foi declarado pelo casal em momento crucial.
Expresso na poesia lunar.
Foi esquecido no fundo da gaveta
Escritos aos quais me entreguei
Hoje me falta coragem,
Para abrir a gaveta outra vez.
Relatos que constatam meu sopro de vida,
É como se não bastasse agir bem ou mal,
E desprezar a ânsia que me trás um sujeito normal.
Foi esquecida a forma de amar,
E relevado os fatos a se constatar.
Foi declarado pelo casal em momento crucial.
Expresso na poesia lunar.
Foi esquecido no fundo da gaveta
Escritos aos quais me entreguei
Hoje me falta coragem,
Para abrir a gaveta outra vez.
A Criatura
Que desprezível criatura, não se move, não se mistura,
Não se sente, que tem coragem, mas não tem vontade.
Não sabe o que procura, embora saiba o que quer.
É detestável nas escuras,
Ser simpática não é um dom.
Adorável não sei por quem, não sei porque seria assim.
Mas é uma bondosa criatura,
Que tem medo de viver,
Que tem vontade de morrer,
Que tem vontade de viver,
E, que não tem medo de morrer.
Não é dramática a criatura,
Ela só é muito só.
Ela só sofre só.
Ela só ficou só,
E jamais será completa.
Não se sente, que tem coragem, mas não tem vontade.
Não sabe o que procura, embora saiba o que quer.
É detestável nas escuras,
Ser simpática não é um dom.
Adorável não sei por quem, não sei porque seria assim.
Mas é uma bondosa criatura,
Que tem medo de viver,
Que tem vontade de morrer,
Que tem vontade de viver,
E, que não tem medo de morrer.
Não é dramática a criatura,
Ela só é muito só.
Ela só sofre só.
Ela só ficou só,
E jamais será completa.
Meus Planos
Tenho uma imensa curiosidade de saber como serei quando estiver mais velha...
Será que darei aulas de história?
Será que nos fins de semana olharei pro meu simpático jardim, com um livro e um copo de café na mão?
Será que realmente pintarei meus cabelos de vermelho e irei pular estrelinha aos cinquenta anos?
Será que serei a velhinha mais simpática da rua?
Até lá pretendo colocar meus outros planos em prática, ou simplesmente não ter planos, e sim... sonhos.
Será que darei aulas de história?
Será que nos fins de semana olharei pro meu simpático jardim, com um livro e um copo de café na mão?
Será que realmente pintarei meus cabelos de vermelho e irei pular estrelinha aos cinquenta anos?
Será que serei a velhinha mais simpática da rua?
Até lá pretendo colocar meus outros planos em prática, ou simplesmente não ter planos, e sim... sonhos.
A Desvantagem Perdida
É a desvantagem perdida. E se eu emudecer é porque mais nada tenho a fazer,
Mesmo ainda não tendo me libertado desta sina.
Será que fico ou faço,
Vou ou desfaço?
Escrevo ou apago,
Será que permaneço?
Mesmo ainda não tendo me libertado desta sina.
Será que fico ou faço,
Vou ou desfaço?
Escrevo ou apago,
Será que permaneço?
No Dia em que Alguém me Amar
No dia em que alguém me amar de manhã,
Amar o meu humor,
Minha cara de nada,
Minha cara de fome,
No dia em que alguém me amar
Até mesmo quando eu não possuir razão,
Quando sou insensata, grossa,
Quando alguém amar meus erros,
Meus detalhes escuros,
Minhas brigas, meus rancores.
No dia em que alguém entender meu ódio,
No dia em que alguém não me cobrar,
Não me cobrar beleza nos gestos,
No rosto...
No dia que alguém me amar após meu dia,
No dia em que alguém não diga “eu te amo”
Sem amar.
Será o dia em que serei seu.
Escrito no dia 11/04/08
Amar o meu humor,
Minha cara de nada,
Minha cara de fome,
No dia em que alguém me amar
Até mesmo quando eu não possuir razão,
Quando sou insensata, grossa,
Quando alguém amar meus erros,
Meus detalhes escuros,
Minhas brigas, meus rancores.
No dia em que alguém entender meu ódio,
No dia em que alguém não me cobrar,
Não me cobrar beleza nos gestos,
No rosto...
No dia que alguém me amar após meu dia,
No dia em que alguém não diga “eu te amo”
Sem amar.
Será o dia em que serei seu.
Escrito no dia 11/04/08
Continuo...
Hoje vou te falar,
Como a loucura me tomou,
A ponto de desistir do tal amor,
Sem sabor...
Hoje vou te falar,
O que a muito tempo comecei a gritar,
Xinguei o tal amor,
Sem sabor...
De como falo comigo mesmo,
De como me critico,
Falo-te o que não entendo,
O que a muito estudo...
Continuo... Não compreendo.
Como a loucura me tomou,
A ponto de desistir do tal amor,
Sem sabor...
Hoje vou te falar,
O que a muito tempo comecei a gritar,
Xinguei o tal amor,
Sem sabor...
De como falo comigo mesmo,
De como me critico,
Falo-te o que não entendo,
O que a muito estudo...
Continuo... Não compreendo.
Aventureiros
Aventureiros atracam no horizonte
Buscando paz num lugar que não responde
Não se entregam, caminham avante.
Onde estão os guerreiros da terra perdida?
Eles não param mais para pensar
Estão famintos desbravando o lugar,
Que ameaça desabar.
Não há mais nada para falar,
Eles se olham e se entendem.
Não há mais âncora para segurar
E ameaçam sair daqui, fugir daqui.
Bravos guerreiros, aventureiros
Passam despercebidos
E nem os pássaros estão a cantar.
A ordem se descumprirá,
Se descumprirá.
Adentram ao barco na terra perdida,
Casam, criam laços buscando a saída,
Que é o mar, que é navegar,
Que é deixar corações sozinhos
E voltar pra visitar,
E lá do monte, juntos
Vão olhar o horizonte.
Escrito dia 07/04/08
Buscando paz num lugar que não responde
Não se entregam, caminham avante.
Onde estão os guerreiros da terra perdida?
Eles não param mais para pensar
Estão famintos desbravando o lugar,
Que ameaça desabar.
Não há mais nada para falar,
Eles se olham e se entendem.
Não há mais âncora para segurar
E ameaçam sair daqui, fugir daqui.
Bravos guerreiros, aventureiros
Passam despercebidos
E nem os pássaros estão a cantar.
A ordem se descumprirá,
Se descumprirá.
Adentram ao barco na terra perdida,
Casam, criam laços buscando a saída,
Que é o mar, que é navegar,
Que é deixar corações sozinhos
E voltar pra visitar,
E lá do monte, juntos
Vão olhar o horizonte.
Escrito dia 07/04/08
Quando Não...
Quando não se sabe mais o que fazer,
Quando o seu assombro é a própria respiração,
Algo mudou,
Algo selou o teu próximo fim,
Você tem muitos fins.
Quando não se sabe reagir...
Não há mais nada para fazer,
Agora é se entregar, deitar e esperar,
Não restam ao menos números para contar.
Algo mudou, você se entregou e a vingança selou.
Quando seu monstro mais cruel é a tua sombra
Quando não houver o que dizer, não responda.
Quando não restar dinheiro para jogar,
É porque seus pontos se perderam.
Quando não restarem mais fichas para apostar,
Deixe a mesa e vá embora.
Quando não puder mais reagir...
Quando não puder mais responder seus questionamentos
É porque parou para pensar muito
e agora não sabe o que fazer,
Tudo vai escoar e pela correnteza do seu inimigo eu.
Quando o seu assombro é a própria respiração,
Algo mudou,
Algo selou o teu próximo fim,
Você tem muitos fins.
Quando não se sabe reagir...
Não há mais nada para fazer,
Agora é se entregar, deitar e esperar,
Não restam ao menos números para contar.
Algo mudou, você se entregou e a vingança selou.
Quando seu monstro mais cruel é a tua sombra
Quando não houver o que dizer, não responda.
Quando não restar dinheiro para jogar,
É porque seus pontos se perderam.
Quando não restarem mais fichas para apostar,
Deixe a mesa e vá embora.
Quando não puder mais reagir...
Quando não puder mais responder seus questionamentos
É porque parou para pensar muito
e agora não sabe o que fazer,
Tudo vai escoar e pela correnteza do seu inimigo eu.
Um Par de Pegadas
Mas há, no fim do mundo algo que possua razão, e isso me rege, não há uma lei e essa eu sigo. Há uma linha que cruza o canto mais silente de minha mente.
Lugar parado, estático, que finda acabando comigo.
Desapareço, alegro-me ou entristeço. Razão acabada, paciência esgotada.
Vida sumida nos rastros da loucura comum que passou e que voltará, rastros incapazes de se entender, de se explicar, de se ler, de se falar.
Rastros apagados com a sombra de um olhar, outro olhar, o que falar?
Rastros apagados buscando razão que não existe nas curvas de um canto distante que mais se parece uma lei morta que não seguirei, nem serei seguido.
Lugar parado, estático, que finda acabando comigo.
Desapareço, alegro-me ou entristeço. Razão acabada, paciência esgotada.
Vida sumida nos rastros da loucura comum que passou e que voltará, rastros incapazes de se entender, de se explicar, de se ler, de se falar.
Rastros apagados com a sombra de um olhar, outro olhar, o que falar?
Rastros apagados buscando razão que não existe nas curvas de um canto distante que mais se parece uma lei morta que não seguirei, nem serei seguido.
O Homem e o Sábio
Em um dia de sol forte
Chegou um homem a um sábio:
- Eu queria muito aprender a amar,
Sempre que conheço alguém sofro com o fim,
Ontem o amor mais uma vez se mudou de mim.
O sábio não sabia o que falar,
Mas pensou, titubeou e falou:
- O mais frio dos homens já amou,
O mais apaixonado também,
O mais frio sofreu e o outro também.
Mas ambos só amaram uma vez,
Se o amor se mudou e não ameaça voltar
Então não era amor.
Sou chamado de sábio e não sei o motivo,
Já amei e já sofri,
Muito estudei e aprendi com a vida,
Mas nunca consegui entender o amor,
Amar ultrapassa qualquer palavra,
Qualquer gesto que não seja o olhar.
Amar ultrapassa qualquer entender.
Chegou um homem a um sábio:
- Eu queria muito aprender a amar,
Sempre que conheço alguém sofro com o fim,
Ontem o amor mais uma vez se mudou de mim.
O sábio não sabia o que falar,
Mas pensou, titubeou e falou:
- O mais frio dos homens já amou,
O mais apaixonado também,
O mais frio sofreu e o outro também.
Mas ambos só amaram uma vez,
Se o amor se mudou e não ameaça voltar
Então não era amor.
Sou chamado de sábio e não sei o motivo,
Já amei e já sofri,
Muito estudei e aprendi com a vida,
Mas nunca consegui entender o amor,
Amar ultrapassa qualquer palavra,
Qualquer gesto que não seja o olhar.
Amar ultrapassa qualquer entender.
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