Mostrando postagens com marcador Explorando a Poesia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Explorando a Poesia. Mostrar todas as postagens

Brasil

  • 2
Vendo a luz dos faróis
As aventuras começarem
Berço da foz do belo rio
As paisagens magníficas
E, a verdejante floresta.

Oh, meu Brasil
Tu és o que ninguém mais viu
Não existe terra igual
O oposto do real.
A honra dos povos,
Das classes sociais,
Do mineral e, dos animais.
A ideologia de um sistema
As respostas distraídas.

Vejo sinais de existência
Concreto de uma biografia
Luz dos eternos túneis
História de vida.

Lapso

Ando meio distraído
Distante do que quero ser
Minha vida é uma poesia
Tudo que faço
E o que deixei de fazer.

De verso em verso
O outro capítulo vai se escrevendo
Se ainda tens dúvidas
Nada posso fazer
Eu sou feliz.

Perdi as contas
Das vezes que fiquei
Curtindo ou chorando,
Amando ou odiando.

Fale nos olhos o que pensa
E, os seus gestos de igualdade
A dose certa para a felicidade.

Primeira Poesia Que Escrevi

  • 1
Tenho algo a comemorar
As pessoas nascem, crescem e se reproduzem,
Não sei dizer porque,
Porém é algo importante o que um dia fez você nascer,
Era pequenino, mas um ser importante que um dia cresceu.

Foi alucinante, foi da noite pro dia,
Você me faz esquecer as coisas ruins do mundo
E, só me faz vê as boas,
Maravilhosas,
Sensacionais e especiais.

Se a pessoa sem carinho morresse,
Você seria imortal.
Estou sempre de braços abertos pra te amar.

Minha Armadura

Eu sou uma luz no fim do túnel
Por muitas vezes, uma luz sem claridade
Não tenho medo dos desafios
E este é mais um nessa cidade.

Entro em algo difícil
Nada posso fazer
Tenho que mudar minha vida
E enfrentar as avenidas
Antes de sofrer ponho minha armadura
Talvez com ela possa ter
Uma vida menos dura.

Quando um raio de sol aparece
É como se fosse
A realização de uma prece
Enfrentando todos
Do mais fraco ao mais intenso
Sem destino e sem documento.

Nem sempre ganho
Mais sempre luto
Não uso peta e barganha.

Tenho orgulho do que sou
A quem não gosta
Não posso me opor
Mas a poesia é apenas
Um dos dons que ganhei do criador.

Ninguém é Alguma Pessoa

Eu hoje estou pensando
No que vai acontecer amanhã
E se acontecer o que estou imaginando
É da conta de quem?

Ninguém manda em mim
E alguém jura que manda
Ninguém merece preocupações
Só quando a gente ama.

De repente bate a sensação
Do sim ou do não
A cada gota d`água
Que cai no meu rosto
Se eu sair daqui
Levo-te junto comigo

Queria algo que me prendesse aqui
Alguém que me amasse
Um minuto de melancolia
Ninguém tem nada pra falar
Só quando a gente quer ouvir
Alguém fala por falar
Coisas fúteis, desinteressantes
E até quem faz força não suporta.

Ninguém mais pensa nos outros
Alguém pensa em ninguém
E ninguém pensa em alguém
Alguém que me perguntasse alguma coisa
Uma coisa sequer
Seria interessante, mais não existe mais
Eu penso em mim e você em si!

Quando Éramos Criança

Quando criança nós escutamos
Conversa de adulto
E, não entendemos
Apenas quando obtemos
Um pouco mais de experiência.

Lembramos dos tais assuntos
Estes nos intrigam
Porem continuamos
Com a dúvida de sempre.

Brincando continuamente
Com carrinhos de rolimã
Sem entender o que acontece
Sem grandes obrigações e preocupações.

Com a tarefa de ser feliz
Não sabemos quase nada do mundo
Com a idade, chega o trabalho
E, a falta de tempo
Oh, que bom seria
Se pudéssemos ser sempre
As eternas crianças para brincar.

Agora sabemos
O que os adultos conversavam
Pois somos como eles
E, os problemas que pensávamos ter
Hoje não são tão graves.

Certo é que em todas as fases da vida
As dificuldades nos encontram
Mas a curiosidade vencida
Hoje está no rosto de outra criança.

Não as satisfazemos com explicações
Pois necessitam conhecê-las
Por ordem própria
O mais tardar que possa.

O Concretismo Polêmico

  • 0
a mente
regularmente
a mente
moralmente
a mente
indigente
a mente
solvente
a mente
gente
a mente
ente

O Livro

Sinto vontade de comê-lo
De a cada raio de sol explorá-lo
Sei que não é por acaso
Encontro explicações
Ele é uma obsessão
Pra mim uma eterna inspiração.

Ele é bonito e charmoso
Cheio de tesouros
E nem o mais valioso ouro
Paga uma página do seu saber.

À noite, antes de dormir
Beijo-o ardentemente
O que ele me deu um dia
Sempre vai estar na minha mente.

Sou tão apaixonada
Amo suas humoradas piadas
São anos de casamento
E a certeza que não haverá sofrimento
Pois não haverá separação.

O que consigo ao seu lado
É inútil tentar esquecer
Não consigo dormir sem te olhar
E no próximo dia
Vamos nos encontrar.

Às vezes brigamos
Não concordo com algumas coisas
É natural nessa relação tão surreal
Não tenho ciúmes.

Sempre o quero ver
O empresto sempre que posso
Se é o melhor pra mim
Também é o melhor pra você.

Sempre teremos nossa história
De vida e glória
Eu e meu livro
Um grande amor e eternos suspiros.

L iberdade, que ao lado da nobre
I nteligência, representam uma
V ida de eterna dependência, vejo o
R eal lendo o surreal,
O meu casamento será continuamente.

Insígnia

Nada me convence
O novo aparenta envelhecer
O decrépito espera a hora
Do aqui jaz.

Não confio em coisa nenhuma
Não contemplo, nem converso,
Não sinto, mas me alimento.
As desgraças não me atraem
E, a televisão não me distrai.

O mundo é uma insígnia
E para provar que estou viva
Uso a poesia
Não sou nada do que pensas
Existe sempre a esperança.

Das lembranças importantes
Estás lá, das vidas de cá
Não explanas o que sentes
E, as doses de loucura
De um mundo misterioso.

O Meu Amor

Fogo que queima a vida
Medo sem instinto
Oh, menino!
Pois amo você.

Comparações e sugestões
Amigos e inimigos
Enfrentando guerra e paz
Amo-te cada vez mais.

É algo forte
Não sei explicar
É duradouro
Como é bom te amar.

Os anos se passam
O meu amor continua
Todos cheios de graça.

Inspiração Recebida

Fugindo de tudo e de todos
No bolso apenas a ousadia
Dos mais diversos sentimentos
A expectativa e a nostalgia.

Como é possível ter medo
Se é isso que sempre quis?
O trabalho às vezes incomoda
Estou vivendo por um segundo.

O tempo está passando
O corpo quer explodir
A mente não se inspira
O tudo não relaxa.

São versos de um poeta
Com uma boa agonia
Antes de entrar no palco
Para recitar sua poesia.

Difícil é a Vida

Difícil é a vida
Falta força muitas vezes
Para chegarmos ao fim do dia
Com todas as obrigações cumpridas.

Difícil é a vida
As dificuldades da família
Problemas enfrentados
Os detalhes percebidos.

Difícil é a vida
Para lembrar de tudo um pouco
Olhar para os nossos filhos
Abrir o jogo com o destino.

Difícil é a vida
Não quero ser melancólica
O importante é viver
Essa é a história.

Ode

Temos boca para falar
Ouvidos para ouvir
Nariz para cheirar
E olhos para olhar.

A loucura, a felicidade e a fantasia
Provém da cabeça e a agonia
As injustiças da vida que são cometidas.

Temos pernas para andar
Braços para balançar
Mãos para pegar
E unhas para cortar.

Correr, pular, buscar e ser feliz
Provém do corpo, da mente
Do seu desejo e do tanto quer lute.

Temos vida para viver
Amor para aproveitar
Livros para ler
Temos direitos e deveres
E temos mais deveres que direitos.

Protesto, apoio e desespero
Provém do nosso mundo
O que estamos vivendo
Pensando num mar de rosas
Ou pisando nos seus espinhos?

Soneto da Confissão

  • 0
De todos os homens delicados
Aquele era por quem mais sofria
Um amor que nem em todo corpo cabia
E nem no mais intenso dos brados.

Dos mais perigosos pecados
Foi-se toda minha nostalgia
E, voltou rapidamente a melancolia
É o maior dos gestos observados.

O que era para ser dito
Não falei e o sonho desandou
Meu erro foi não deixar escrito.

Se para mim não mais olhou
Meu coração tornou-se aflito
E, o bom em ódio se transformou.

Sete Palavras

  • 1
Não existe o que eu possa fazer,
Que possa te fazer entender
As sete palavras que quis dizer
De declarações. E perder

Tudo que já passou
Sem esforço algum.
Metamorfose aconteceu.
E o meu sentimento de início,
Se perdeu. Talvez não seja
Para ser o mesmo.

O fogo que arde em minha vida
É concreto, é uma lenda, emoção.
É aquilo tudo que quis expressar,
Em minha abstinência, esqueci.

Soneto do Amor

  • 1
O amor bate forte como a confiança
Destrói a farsa, é a estrela da tempestade
Da mais rara qualidade
O lirismo da grande esperança.

Enxergamos a mais íntima lembrança
E, o interior da linda cidade
E o canto da pura castidade
Sorrisos, choros e abraços da criança.

No mais profundo eu, pousou
E ferveu o meu gélido coração
E, apaixona-se pelo que não experimentou.

Mais intenso que a letra da canção
O arrebatador sentimento autenticou
Deixando em mim a doce sensação.

Melancolia

O arbítrio me cerca
A realidade é a mesma
Fico sozinha curtindo minha melancolia
É livre, é preso, só, seco.

O que posso fazer?
Como um pássaro sem destino
Curto ou longo,
Momentos sós, a sós
Não quero ficar, também não quero ir
A dúvida existe, então pra que mentir?

Quero um talento
Só eu não quero, não posso
Só quero viver
Já nem quero mais
Nada muda, as mudas são as mesmas
A hora, o canto é anacrônico.

Os sorrisos, os choros e o mundo
É a vida, a gente entende e fica
Preso, solto, o rio corre solto
Da forma que a vida corre ou não corre
A tristeza acontece
O oposto do seu sorriso
E a gente nem entende, aceita;
Nem se conforma, mas fica.