Ando meio perdida
E ninguém percebeu minha vinda
Sentiram saudades na ida
E num poemeto não ditado ainda.
O escuro ainda é minha lida
É diária, minha finda
Idas e vindas querida
Minha dor não mais entedia.
São breves minhas paixões
Lembro sobre mim da tua mão
Quão escondidas tuas visões.
Acalentadas estarão
Todas as conclusivas paixões
Mas, ninguém sabe onde estão.
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Soneto – O Casamento
Quem chegara nesse instante?
Acabara de vez com a tempestade
Ouça meu peito delirante
Que erma toda a saudade.
Beija-me a boca palpitante
Acabe de vez com a ansiedade
Entrara meu amor, avante!
Saíra minha promiscuidade.
Parar de almejar
Você até em consciência
É beber um gole de absinto.
Meu corpo se põe a acabrunhar
Se deixo de lado a insistência
Nosso amor és todo o infinito.
Acabara de vez com a tempestade
Ouça meu peito delirante
Que erma toda a saudade.
Beija-me a boca palpitante
Acabe de vez com a ansiedade
Entrara meu amor, avante!
Saíra minha promiscuidade.
Parar de almejar
Você até em consciência
É beber um gole de absinto.
Meu corpo se põe a acabrunhar
Se deixo de lado a insistência
Nosso amor és todo o infinito.
Soneto – Segundo Ato Descoberto
Uma avenida de elogios
Um traço estampado
Luz que ilumina meus caminhos
Sentimento declarado.
Sem tormento, sem desvios
Caso encaminhado
Tão bonito quanto lírios
No meu corpo desenhado.
Um sentir tão simples
Que meu braço hieroglífica
Meu caminho só de ida,
Não há como ter saudades
Se teu traço em mim fica
Traduzindo és minha vida.
Um traço estampado
Luz que ilumina meus caminhos
Sentimento declarado.
Sem tormento, sem desvios
Caso encaminhado
Tão bonito quanto lírios
No meu corpo desenhado.
Um sentir tão simples
Que meu braço hieroglífica
Meu caminho só de ida,
Não há como ter saudades
Se teu traço em mim fica
Traduzindo és minha vida.
Soneto – Primeiro Ato Descoberto
Lembro-me de ti! Nossos braços enlaçados
Invadiu-nos um barulho silente
Uma chama eloqüente
Meu peito não mais isolado.
Peito agora esbroado
E, caminho calmamente
Pensando no que fiz de indecente
Para não mais cometer esse doce pecado.
Continuo buscando o insensato
Lembrando-me do calor do teu abraço
O que fizemos no nosso primeiro ato.
Gentil é meu pranto sozinho
Rompeu-se mesmo sendo duro como aço
Em mim cravado está o teu carinho.
Invadiu-nos um barulho silente
Uma chama eloqüente
Meu peito não mais isolado.
Peito agora esbroado
E, caminho calmamente
Pensando no que fiz de indecente
Para não mais cometer esse doce pecado.
Continuo buscando o insensato
Lembrando-me do calor do teu abraço
O que fizemos no nosso primeiro ato.
Gentil é meu pranto sozinho
Rompeu-se mesmo sendo duro como aço
Em mim cravado está o teu carinho.
Soneto da Confissão
De todos os homens delicados
Aquele era por quem mais sofria
Um amor que nem em todo corpo cabia
E nem no mais intenso dos brados.
Dos mais perigosos pecados
Foi-se toda minha nostalgia
E, voltou rapidamente a melancolia
É o maior dos gestos observados.
O que era para ser dito
Não falei e o sonho desandou
Meu erro foi não deixar escrito.
Se para mim não mais olhou
Meu coração tornou-se aflito
E, o bom em ódio se transformou.
Aquele era por quem mais sofria
Um amor que nem em todo corpo cabia
E nem no mais intenso dos brados.
Dos mais perigosos pecados
Foi-se toda minha nostalgia
E, voltou rapidamente a melancolia
É o maior dos gestos observados.
O que era para ser dito
Não falei e o sonho desandou
Meu erro foi não deixar escrito.
Se para mim não mais olhou
Meu coração tornou-se aflito
E, o bom em ódio se transformou.
Soneto do Amor
O amor bate forte como a confiança
Destrói a farsa, é a estrela da tempestade
Da mais rara qualidade
O lirismo da grande esperança.
Enxergamos a mais íntima lembrança
E, o interior da linda cidade
E o canto da pura castidade
Sorrisos, choros e abraços da criança.
No mais profundo eu, pousou
E ferveu o meu gélido coração
E, apaixona-se pelo que não experimentou.
Mais intenso que a letra da canção
O arrebatador sentimento autenticou
Deixando em mim a doce sensação.
Destrói a farsa, é a estrela da tempestade
Da mais rara qualidade
O lirismo da grande esperança.
Enxergamos a mais íntima lembrança
E, o interior da linda cidade
E o canto da pura castidade
Sorrisos, choros e abraços da criança.
No mais profundo eu, pousou
E ferveu o meu gélido coração
E, apaixona-se pelo que não experimentou.
Mais intenso que a letra da canção
O arrebatador sentimento autenticou
Deixando em mim a doce sensação.
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