Não adianta mais tentar me convencer, não adianta!
Eu vou gritar, vai ver, pois não adianta.
O que se disse não tem como esquecer
Não adianta pedir perdão e achar que estou a mercê.
Não adianta olhar para trás com ares indignados, não adianta!
Eu vou lhe dizer o que tanto me fez, calar não adianta.
O que se disse foi brinquedo que não fez sorrir
Não adianta chegar agora e achar que nada vai acontecer.
Não adianta chorar querida, não adianta!
Fez o que nem um inimigo faz, chorar não adianta.
O que fez foi pisar, amassar e jogar fora minhas cartas
Que a tanto de amor chorara esperando de você alguma lágrima.
O Amor não tem Tempo, não tem Espaço
O amor não é apenas um simples laço,
Não se corrompe, não é indigno,
É o único que existe, o fiel.
Se em algum dia deixou de ser assim até em pensamento,
Então não era amor.
O amor é para sempre e é feito de momentos
É eterno, mesmo que o eterno seja apenas agora.
É feito de sorrisos, choros e compreensão.
O amor não é perfeito
Mas ai está tua beleza.
É simplesmente de não se entender que se vive.
Não se corrompe, não é indigno,
É o único que existe, o fiel.
Se em algum dia deixou de ser assim até em pensamento,
Então não era amor.
O amor é para sempre e é feito de momentos
É eterno, mesmo que o eterno seja apenas agora.
É feito de sorrisos, choros e compreensão.
O amor não é perfeito
Mas ai está tua beleza.
É simplesmente de não se entender que se vive.
O Pulso
É o pulso que aflora, a vida que ninguém mais quer ter.
Acabada subitamente a dos que querem viver.
O pulso que me move, é o mesmo que causa a inexpressão.
O pulso da discórdia e do terror interior.
Está o pulso em qualquer lugar.
Está calejado e não pára de chorar.
Enquanto muitos querem morrer,
Uns deveriam estar vivos.
Acabada subitamente a dos que querem viver.
O pulso que me move, é o mesmo que causa a inexpressão.
O pulso da discórdia e do terror interior.
Está o pulso em qualquer lugar.
Está calejado e não pára de chorar.
Enquanto muitos querem morrer,
Uns deveriam estar vivos.
A Busca Profunda do Eu
Como se fizesse sentido andar sozinho procurando a beleza na árvore que não canta, que não cala e que não anda. Como se andar fosse cansá-lo a ponto de fazê-lo desistir. Como se o cargo que adotara fosse calmo pra sua época. Ele carregou por longos anos.
Andava agora em busca do elo que deixou para trás em tempo nenhum. Buscando a lisura nos rostos da rua agitada. Ele encontrou.
Ele andava perdido até que alguém o levou para casa. E se deitou em seu colchão se pondo a pensar em fatos vividos. Tomara o café e se pôs a andar de um lado pro outro. Seu lugar não era ali.
Andava agora em busca do elo que deixou para trás em tempo nenhum. Buscando a lisura nos rostos da rua agitada. Ele encontrou.
Ele andava perdido até que alguém o levou para casa. E se deitou em seu colchão se pondo a pensar em fatos vividos. Tomara o café e se pôs a andar de um lado pro outro. Seu lugar não era ali.
O Moço da Esquina
Eram seis e meia da manhã, ele estava se aprontando para o trabalho quando de repente escutou lá de fora algo que lhe chamou atenção. Ainda não dedilhou aquelas palavras como deveria e até como desejaria, mas algo em seu mundo parou e andou rapidamente, ele tentara acompanhar, mas de nada adiantava seu sentimento de perda e ganho. Trabalhou introspecto querendo ainda ter o pouco de nada ter. Queria ter o dom, a beleza que jurava estar na casa do vizinho. Ele queria mudar até o dia em que percebeu que não se entenderia de forma alguma. E continuou a viver com o peso silente de existir. Ainda não me contou o que aconteceu, ainda não sei o que havia escutado. Mas ele queria mudar o mundo e de tanto tentar acabou sendo modificado pelo mundo, mas não sobreviveu a tal e voltou a fazer do desentendimento seu fiel companheiro.
Domingo de Manhã
Ela se banhava inocentemente e não previa o que estava por vi, sua nudez deslumbrara sua alma,
Entregava-se ao que só ela entendia. E fazia dos versos uma questão a ser resolvida.
Em um belo domingo de sol viajou até o mar, deixou em casa sua mente e seus pensamentos doentes.
Libertava-se a cada pingo de água, era como se o sal de alguma forma limpasse a menina corrompida inocentemente.
Ela saiu ainda cedo, postou suas pernas cansadas em uma cadeira e respirava livre em outra, passando em seu corpo o óleo das amêndoas que brotaram.
Da janela olhava o mundo estático que apenas fazia sentido no domingo de manhã.
O mundo não a via, ela era apenas a menina que fazia do silêncio sua tristeza.
Entregava-se ao que só ela entendia. E fazia dos versos uma questão a ser resolvida.
Em um belo domingo de sol viajou até o mar, deixou em casa sua mente e seus pensamentos doentes.
Libertava-se a cada pingo de água, era como se o sal de alguma forma limpasse a menina corrompida inocentemente.
Ela saiu ainda cedo, postou suas pernas cansadas em uma cadeira e respirava livre em outra, passando em seu corpo o óleo das amêndoas que brotaram.
Da janela olhava o mundo estático que apenas fazia sentido no domingo de manhã.
O mundo não a via, ela era apenas a menina que fazia do silêncio sua tristeza.
Inabitado
Foram acabados na esquina passada
Todos os sonhos infames e
Foram mortos todos os desejos.
Passados anos, eles se encontraram,
Discutiram o acontecido e o amor foi ressucitado.
Duas semanas depois eles brigaram e romperam novamente
Ela casou-se e ele morreu.
Dentro de si, não há mais o que encontrar,
Nem com ela está sua chama perdida.
Teu coração é inabitado, morto.
Todos os sonhos infames e
Foram mortos todos os desejos.
Passados anos, eles se encontraram,
Discutiram o acontecido e o amor foi ressucitado.
Duas semanas depois eles brigaram e romperam novamente
Ela casou-se e ele morreu.
Dentro de si, não há mais o que encontrar,
Nem com ela está sua chama perdida.
Teu coração é inabitado, morto.
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