Acredite-se.
Acredite-me.
Não gosto de problemas inventados.
Ela
- Oct20
- 0
Confusamente esqueço e encontro,
Concebido encanto desemboca em leis.
A água quente verte na gélida face:
São libações profanamente santas.
A mente híbrida caminha por espaços obtusos,
A razão, filha da loucura, cinicamente sorri
E calmamente dedilha lugares na mente:
Ela está lá, ela está no lugar dela no mundo.
A mais segura habitação é ela mesma
E ela sai quando quer sair,
E vive quando decide viver.
E ela só se perde quando se permite,
Talvez faça isso porque se acha quando decide:
E o passado, que ela ama e odeia,
Faz dela interstícios entre as respirações:
Ela respira com amor profundo
Amor contente e descabido.
Concebido encanto desemboca em leis.
A água quente verte na gélida face:
São libações profanamente santas.
A mente híbrida caminha por espaços obtusos,
A razão, filha da loucura, cinicamente sorri
E calmamente dedilha lugares na mente:
Ela está lá, ela está no lugar dela no mundo.
A mais segura habitação é ela mesma
E ela sai quando quer sair,
E vive quando decide viver.
E ela só se perde quando se permite,
Talvez faça isso porque se acha quando decide:
E o passado, que ela ama e odeia,
Faz dela interstícios entre as respirações:
Ela respira com amor profundo
Amor contente e descabido.
Mais dúvida
- Sep12
- 1
Minhas dúvidas caminham a poucos centímetros de um lugar sem nome.
Eu não tenho nome.
Eu sou o meu lugar no universo;
Meu espaço é minha abstração.
Eu não tenho nome.
Eu sou o meu lugar no universo;
Meu espaço é minha abstração.
Isto tem um nome
- May1
- 1
As palavras ditas sufocam caladas
Àqueles que as escutam gemendo de dor.
E todo sufocamento também é um erro,
Tal como quando dissemos o que não pensamos
E como quando pensamos e não dizemos.
É no erro que os acertos se iniciam,
E todo fim de prisão é seguido pelo ar.
O respirar e o aspirar de novas receitas,
Que de tão planejadas, de tão desejadas
Passam a ser fórmulas subjetivas.
O ar que me segue é o mesmo que me devora;
A tela branca na qual sou pintada
Espalha formas pitorescas do desconhecido.
O desconhecido revisitado em velhos cantos
Que emanam ensejos das palavras silenciadas.
E todos tem na vida, pelo menos, um desejo:
O meu é de falar baixo aquilo que grita o coração.
É internamente que supostamente me acho
E externamente quero me perder na razão de lhe ter.
Àqueles que as escutam gemendo de dor.
E todo sufocamento também é um erro,
Tal como quando dissemos o que não pensamos
E como quando pensamos e não dizemos.
É no erro que os acertos se iniciam,
E todo fim de prisão é seguido pelo ar.
O respirar e o aspirar de novas receitas,
Que de tão planejadas, de tão desejadas
Passam a ser fórmulas subjetivas.
O ar que me segue é o mesmo que me devora;
A tela branca na qual sou pintada
Espalha formas pitorescas do desconhecido.
O desconhecido revisitado em velhos cantos
Que emanam ensejos das palavras silenciadas.
E todos tem na vida, pelo menos, um desejo:
O meu é de falar baixo aquilo que grita o coração.
É internamente que supostamente me acho
E externamente quero me perder na razão de lhe ter.
Efêmero
- Mar11
- 1
E quando tinha pouca idade física eu escrevi que “gostar é efêmero”, mas nunca soube o que é uma coisa efêmera e também não pesquisei, pois se pesquisasse eu tiraria dessa frase o mistério do qual preciso para viver. É efêmero, mas pouco importa o que é efêmero, o que importa é o que é. E sou.
E se ganho sorrisos é porque de graça é que as coisas parecem mais sinceras.
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